"The love between a writer and a reader is never celebrated." (p. 156)
A Sombra de Foucault foi o primeiro romance de Patricia Duncker
(1996) e foi distinguido com o Dillons First Fiction Award, bem como com o McKitterick Prize.
Nele, podemos embrenhar-nos numa teia complicada de emoções que nascem da profunda admiração de um leitor para com um homem e a sua obra.
Encontramos ecos, talvez soprados pelo mar, sugeridos por um calor húmido que sublinha a viagem - motivo sempre presente ao longo da obra.
Afinal, é possível celebrar um amor verdadeiro entre escritor e leitor, para lá da lucidez e da loucura.
Ninguém fica incólume.

Nele, podemos embrenhar-nos numa teia complicada de emoções que nascem da profunda admiração de um leitor para com um homem e a sua obra.
Encontramos ecos, talvez soprados pelo mar, sugeridos por um calor húmido que sublinha a viagem - motivo sempre presente ao longo da obra.
Afinal, é possível celebrar um amor verdadeiro entre escritor e leitor, para lá da lucidez e da loucura.
Ninguém fica incólume.
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