
Segundo pode ler-se aqui, Berman e Pulcini [quiseram] fazer um filme baseado na banda-desenhada auto-biográfica de [Harvey] Pekar pelos momentos, às vezes simples, outras vezes mundanos ou poéticos em que Harvey apresentava a vida de todos os dias nas suas crónicas. É um mundo que não se vê muito no cinema. No entanto, está cheio de personagens engraçadas, corajosas e cheias de humanidade. [...] Harvey foi um verdadeiro pioneiro.
O filme foi vencedor do Grande Prémio do Júri do Festival de Sundance e do Prémio da Crítica Internacional do Festival de Cannes 2003, entre outros.
Uma sugestão para a sua tarde de Domingo, aclamada pelo público.
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